quinta-feira, 10 de março de 2011

POEMA DOS INCÊNDIOS FLORESTAIS

Desta vez, seguidores,
Sobre incêndios falaremos.
Outro grande problema
Que parar queremos.

“No outro dia”, diz o menino
“Fui à floresta
E vi um tarsier
A dormir a sesta.”

“Lá ao fundo”, continuou
Avistei uma mancha
Era grande e monstruosa
Era larga e cor-de-laranja.

“Preocupado com os animais
Fui lá ter, fui lá ter
Primeiro, com a mãe do Bambi
A minha amiga que estava a sofrer!”

“Aye, aye! Que sofrimento!
Doeu-me o coração
Olhei-me e vi-me em chamas
Desfeita estava a minha mão.”

“Decidi, então,
Desistir de lutar
E ali, naquela floresta,
Deixei-me ficar”

Concluímos, finalmente,
Que o Homem é egoísta:
Não pensa na Natureza
E só se preocupa com o seu ponto de vista.




Este poema foi escrito pelas alunas Matilde e Beatriz. NÃO é baseado em factos reais, pensamos nós.

5 comentários:

  1. Mais uma vez, caros colegas, dedicámos o nosso tempo a escrever um poema para partilhar convosco conhecimento.

    ResponderEliminar
  2. P.S.: Na 5º quadra diz "Aye, aye!" em vez de "Ai, ai!" e nós estamos conscientes disso. Procurem no Google o que é um Aye Aye para perceberem.

    A ideia foi dizer que o aye aye estava em sofrimento e aproveitámos o seu nome como onomatopeia.

    Esperamos que tenham gostado do poema!

    ResponderEliminar
  3. P.P.S.: A imagem da mão em fogo representa a mão do menino desfeita

    ResponderEliminar
  4. mais um poema de qualidade das nossas queridas colegas :)
    Continuem o bom trabalho B) (c)

    PS: prestem atenção ao novo smile da Lurdes ! (c)

    ResponderEliminar
  5. Lá estás tu com o smile da Lurdes! Sim é super fofo.

    P.S.: Obrigada pelo comentário.

    ResponderEliminar